BOM DIA À TODOS... AQUI VAI O ARTIGO DA SEMANA!!!
QUANDO UM BOM PADEIRO É MAIS PROCURADO DO QUE UM BOM POLITECNICO
Novos tempos. Tempos de uma verdadeira revolução no trabalho, na nossa maneira de viver e principalmente, nos forçando a encarar mudanças radicais na sociedade. Este artigo foi inspirado numa matéria interessantíssima da revista Planeta. Já tinha conhecimento desse assunto, mas nunca pensei que esse processo estivesse acontecendo de uma maneira tão acelerada como agora. Não vai demorar muito para que o nosso mercado de trabalho sofra uma grande transformação, dando começo a uma nova era. Isso foi originado no aparecimento dos robôs que fazendo o trabalho de diversos funcionários, por serem mais eficientes e descomplicados (não faltam, não ficam doentes, não roubam, e não questionam nenhuma ordem, pelo menos por enquanto), porque já estão começando a conversar e mais, até a sugerir métodos de trabalho mais eficientes e práticos aumentando o ganho das empresas onde estão instalados. Você está achando meio fantástico? Espere e verá. Bem, com essa mudança já faz um pouco de tempo que houve um aumento nas demissões e isso só tende a crescer. Aí começaremos a mudança de atividades, quer dizer, a maioria dessa gente vai migrar para a área de serviços. Há cidades como Águas de S. Pedro onde praticamente a população inteira trabalha nos hotéis ou nas lojas de artesanato. Não há fabricas na cidade. As mudanças são para uma vida mais despretenciosa, vamos aprender que não há necessidade de tanta coisa supérflua para viver bem. Nos países ricos já começamos a sentir que os moradores de cidades grandes estão retornando para o campo, (isso já acontece em S. Paulo) estão preferindo viver numa casa onde a privacidade é maior, estão valorizando a horta no quintal, tendo espaço, um pequeno pomar. Como as distancias são menores com a economia do combustível podem pagar uma pessoa para cuidar do seu quintal e se são moços e ainda fortes vão cultivar eles mesmo tudo isso que será de grande valia para a saúde. Aprenderão a trabalhar á distancia, em casa mesmo, curtindo a família porque a tecnologia já permite e até fazendo pequenos serviços informais, sem vinculo com patrões e tarefas temporárias. Até agora pensávamos que o máximo de sucesso era um trabalho numa multinacional mas vamos ter que aceitar que teremos que ser pluriativos. Sabe aquele negócio do “faça você mesmo” ? É isso aí, faremos ofícios rudimentares, cultivaremos a terra, concertaremos um telhado, instalaremos painéis solares e por aí vai. Aquele esquema de ficar oito horas por dia sob a autoridade de um patrão vai ser coisa do passado. Ha acertos a serem feitos para garantir os sistemas de assistência social, os salários desemprego, as aposentadorias, as greves. O francês Thierry Gaudin que é fundador de uma das mais importantes organizações de tendências sócio culturais, indica como solução a simplificação dos processos administrativos e o estimulo ás micro organizações de menos de dez pessoas. Ele diz que haverá o fim da corrida desesperada para o sucesso. Há limites para setores como o têxtil e alimentar que utilizam matérias primas “leves”, o resto já era. Quem não se adaptar vai ficar na contra mão do tempo. Por isso eu acho muita graça em pessoas que ainda atreladas ao passado, quando se referem aos prefeitos que ajardinam suas cidades, dizem que são “plantadores de florzinhas” ... Santa ignorância, alguém pode imaginar o que seria por exemplo de Campos De Jordão, de Gramado, de Petrópolis, se não tivessem tido prefeitos “plantadores de florzinhas”? Gente, vamos nos informar e chegaremos á conclusão que o nosso destino é a felicidade e que a FIB( felicidade interna bruta) tem mais valor do que o PIB (produto interno bruto) É isso aí!
DIRCE PUCCI
dircepucci@yahoo.com.br
Escrito por Dirce Pucci às 10h22
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