Olá amigos...chegou o Natal...então aqui o artigo que sairá nesta sexta-feira no Jornal da Economia! Boa semana e boa reflexão!
O ESPIRITO DE NATAL DURA POUCO
Como seria bom se o espírito de Natal durasse o ano inteiro, já pensou que mundo maravilhoso nós teríamos? Infelizmente essas intenções acabam junto com o ano. Depois voltamos à mesma. É um ranger de dentes, uma intolerância, uma irritação que fazem da vida um vale de lagrimas, como diz muito bem a bíblia...
Na realidade o tempo é subjetivo, é uma coisa imponderável e inexplicável porque vamos e venhamos o dia trinta e um de dezembro é exatamente igual ao dia primeiro de janeiro, só na nossa cabeça e no calendário (inventado pelos homens) é que muda.
Por que dá um ataque de bondade nesses dias que antecedem o Natal ?
Talvez porque ao menos uns dias precisamos brincar de ser generosos e amáveis?
Bem, eu não sei. O que eu sei é que o Natal virou um grande shopping onde as pessoas se acotovelam, correm numa febre de comprar, comprar e comprar... Sai todo mundo de lá cansado, de mau humor, xingando intimamente esses três reis magos que inventaram essa obrigação de dar presentes com dia e hora marcada. Sempre fui avessa à essa compulsão. Tenho que dar presente. Tenho? Aí é que mora o perigo, eu quero dar um presente quando estou com vontade, para aquela pessoa que eu amo, sem pressões que a vida já se encarrega disso...
Como seria bom se a gente se reunisse na noite de Natal para comemorar essa data rezando e fazendo votos sérios de corrigir na medida do possível, os nossos defeitos, nem que seja em doses homeopáticas, um pouco por ano, para cumprir a meta principal da nossa passagem por esse mundo. Melhorar sempre!
A única tristeza é sempre a mesma: esqueceram do Aniversariante...
DIRCE PUCCI
dicepucci@yahoo.com.br
Escrito por Dirce Pucci às 21h37
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